Fundo do Mar

No fundo do mar, onde a luz já não organiza as formas, surgem arquiteturas que não pertencem ao mundo visível. Estruturas imaginárias se erguem em silêncio — orgânicas, fluidas, em constante mutação.

Entre pintura e escultura, a série propõe um território instável, onde tudo parece crescer, deslocar-se e se recompor, como se obedecesse a uma lógica própria, desconhecida.

São vestígios de um mundo submerso que não se revela por completo — apenas pulsa.